A profunda vinculação entre os transtornos afetivos e os sintomas e doenças cardiológicas tem feito do cardiologista o profissional que mais prescreve psicofármacos, depois do psiquiatra. Nem sempre, no entanto, o cardiologista se acha familiarizado com o emprego dessas drogas, tanto do ponto de vista de posologia adequada como dos efeitos colaterais e das interações possíveis com os outros fármacos comumente utilizados em cardiologia.( Psiquiatria na Prática Médica – Departamento de Psiquiatria da UNIFESP-EPM)